O papel da hidroterapia para o tratamento da doença de Parkinson

O papel da hidroterapia para o tratamento da doença de Parkinson 04 maio 2021

Por : Gran Giardino

O papel da hidroterapia para o tratamento da doença de Parkinson

Exercícios aquáticos estão entre os vários tratamentos possíveis para portadores de Parkinson, por minimizarem os declínios funcionais do paciente, atuando efetivamente na preservação da mobilidade, melhorando a atividade muscular, diminuindo os sintomas e oferecendo uma melhor qualidade de vida.

A doença de Parkinson é um distúrbio neurológico do movimento, progressivo e degenerativo, que ocorre pela morte de neurônios localizados em uma pequena parte do cérebro chamada substância nigra, diminuindo então a produção de dopamina, o neurotransmissor responsável por levar as informações relacionadas aos movimentos automáticos do corpo.

Entre os sintomas principais estão o tremor, uma agitação involuntária e rítmica de um membro, cabeça ou corpo inteiro; a rigidez dos músculos ou articulações; a bradicinesia ou acisenia, que torna os movimentos lentos ou até inexistentes; e a instabilidade postural, que causa a deficiência de equilíbrio e coordenação.

Contra esses sintomas, os exercícios aquáticos funcionam como uma fisioterapia, pois durante a imersão na piscina, movimentos muitas vezes impossíveis de serem realizados em solo, tornam-se mais fáceis e livres de sobrecarga. Além disso, os níveis de dopamina no sistema nervoso central aumentam e se mantêm por algumas horas após a prática, tornando os movimentos fora d’água também mais leves, os músculos menos tensos e auxiliando no fortalecimento e manutenção da amplitude de movimentos.

As atividades são variadas, mas normalmente incluem o trabalho de respiração submersa na água, alongamentos e exercícios de equilíbrio estático e dinâmico, realizado por meio de marchas frontais, laterais, dorsais e circulares, que trabalham toda a extensão do corpo.

Para além disso, a terapia aquática acaba por se tornar um ambiente propício para a interação social, auxiliando o paciente a enfrentar suas dificuldades com mais encorajamento e persistência, proporcionando também maior segurança para a realização dos movimentos solicitados. Os benefícios físicos e psicológicos são inúmeros, reconstruindo uma imagem corporal positiva e aumentando a autoestima.

Apesar disso, vale lembrar que é fundamental que os pacientes com Parkinson sejam submetidos a acompanhamento neurológico e fisioterápico. No Gran Giardino contamos com fisioterapia coletiva e terapia ocupacional duas vezes por semana, por vezes realizadas na piscina, além psicoterapia em grupo uma vez por mês e massagem terapêutica uma vez por semana.

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Referências bibliográficas:
https://www.saudebusiness.com/voc-informa/fisioterapia-aqutica-e-de-solo-se-aliam-para-o-tratamento-de-parkinson 

https://www.medtronic.com/br-pt/your-health/conditions/parkinsons-disease.html#:~:text=Nem%20todo%20mundo%20com%20a,afeta%20a%20maioria%20das%20pessoas.

https://marciaortiz.com.br/2017/11/09/parkinson-e-os-beneficios-da-hidroterapia/

https://idosos.com.br/exercicios-aquaticos-para-parkinson/#:~:text=As%20propriedades%20da%20%C3%A1gua%20em,est%C3%A3o%20mais%20propensos%20a%20quedas

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