Oncogeriatria: o envelhecimento e o câncer

Oncogeriatria: o envelhecimento e o câncer 10 fev 2021

Por : Gran Giardino

Oncogeriatria: o envelhecimento e o câncer

O Dia Mundial do Câncer, que acontece no mês de fevereiro, é uma iniciativa global organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS). A data tem como objetivo aumentar a conscientização e a educação mundial sobre a doença, além de influenciar governos e indivíduos para que se mobilizem pelo controle dela.

O câncer é hoje a segunda principal causa de mortes no mundo, segundo a própria OMS. Trata-se de uma ameaça à saúde pública global, que deve aumentar conforme a população envelhece.  O fato é que a incidência em pessoas acima de 60 anos cresce em ritmo acelerado, conforme mostra um estudo realizado em 2020, pela Economist Intelligence Unit (EUI).

Para ter uma ideia, basta olhar a taxa de casos de câncer para cada 100 mil pessoas. Na faixa de idade de 40 a 54 anos, essa incidência é de 238 casos. O número triplica quando se avança na faixa acima de 55 a 69 anos, chegando a 731. Quando se fala da faixa etária acima de 70 anos, o patamar ainda dobra, com 1.486 casos.  As projeções no estudo da EUI, apontam que a proporção de pessoas com 65 anos ou mais, no mundo, deve passar de 17,4% em 2017 para 21,2% em 2050. Isso significa que, em um espaço de 33 anos, saltaremos de 962 milhões de idosos para 2,1 bilhões.

Esses dados, unidos as particularidades do envelhecimento, despertam a atenção para a oncogeriatria, atendimento multidisciplinar que aliado à manutenção da qualidade de vida do idoso, tem por intenção melhorar os passos na prevenção, rastreamento, diagnóstico e tratamento do câncer.

São analisados os aspectos nutricionais, cognição (problemas de memória), alterações de humor, polifarmácia (quais remédios o idoso utiliza e os riscos de interação), teste de equilíbrio (avaliação de riscos de queda), comorbidades (doenças pré-existentes) e funcionalidade (atividades da vida diária, como cuidados pessoais e realização de atividades sem o auxílio de familiares).

Por meio dos resultados dessa avaliação, a equipe multidisciplinar, composta por geriatra, fisioterapeuta, enfermeiro,  farmacêutico, nutricionista e psicólogo, verifica se o paciente idoso, apresenta boas condições clínicas e físicas para receber o tratamento quimioterápico.

Desafios relacionados aos pacientes com câncer passam, mais do que nunca, pela necessidade de um olhar atento para a doença na maturidade. É preciso abrir ainda mais o diálogo sobre a saúde da pessoa idosa e, antes de qualquer proposta de novas ferramentas ou políticas públicas, o primeiro passo é reconhecer que os idosos, assim como os mais jovens, são indivíduos que carecem de gestão, suporte e cuidados únicos.

A equipe do Gran Giardino Residencial Sênior é especializada no cuidado com a saúde física e mental, sempre buscando promover longevidade, vitalidade e independência para com nossos hóspedes. Entre em contato conosco e saiba mais.

 

Referências:

https://www.inca.gov.br/campanhas/dia-mundial-do-c%C3%A2ncer

https://www.hcor.com.br/imprensa/noticias/a-importancia-da-oncogeriatria-no-tratamento-do-idoso-com-cancer/

https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/os-desafios-do-cancer-na-maturidade/

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